terça-feira, 23 de março de 2010

Minha sala de "Almas"

Quero dividir com os leitores desse espaço, a minha descrição da sala de aula:




Minha sala de "Almas"

A minha sala de aula, à primeira vista, parece igual a qualquer outra. Porta de entrada, janelas laterais, quadro-negro na frente, dois ventiladores sem teto, mural, estantes de livros e dois Armários ao fundo. Grupos de cinco em cinco alunos.

Mas se olhares mais de perto, principalmente com os olhos da alma, saberás que existe muito mais ali. Existem sonhos, vidas... Em cada um dos lugares que ocupam, na expectativa de se tornarem pessoas melhores.

São pequenos guerreiros que quando adentram a sala de aula, seus olhos, muitas vezes sofridos, voltam-se curiosos querendo saber mais do mundo que os espera, cheios de esperança, querendo fazer a diferença!

Essas almas que Habitam minha sala de aula, às vezes barulhentas, outras Concentradas, são participativas, acolhedoras e extremamente cativantes.

Fica aqui o convite para conhecer um pouco mais da esperança, da alegria e do encantamento da aprendizagem. Basta nos procurar na rua Angelo Provenzano, na EMEFVereador Arnaldo Reinhardt, sala oito, Vila Iguaçu, Bairro Canudos, Novo Hamburgo, RS, Brasil.

domingo, 21 de março de 2010

Início do Semestre


Está iniciando o nosso penúltimo semestre, neste período será realizado o estágio.
Realizarei o estágio com minha turma de quinto ano.Conversei com os alunos sobre o uso das tecnologias e da oralidade aliadas á educação. Eles mostraram um grande entusiasmo, ainda mais agora que a nossa escola tem um laborátório de informática novo, com muito mais recursos. Enfim, estamos anciosos para realizar as Arquiteturas Pedagógicas, são muitas as descobertas neste semestre, e nós iremos aprender todos juntos!

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Arquiteturas Pedagógicas

Quero dividir essa imagem com todos que visitam o Blog, sobretudo as pessoas que fazem meu curso...Ao pesquisar mais sobre Arquiteturas Pedagógicas encontrei essa gravura..que diz muito.

PA em tempos da Web 2.0




Acredito que trabalhamos com PA no enfoque da Web 2.0 através da utilização de diversos recursos tecnológicos como: blogs, pbworks, chats e diferentes redes sociais, enfim...tudo que nos permita a troca e a interação entre os sujeitos. E o sucesso de um Pa depende dessa qualidade na interação e nas aprendizagens obtidas, ou seja, em todo caminho percorrido, principalmente quando promove mudanças significativas no que os alunos sabiam antes de iniciá-lo.
Quando nos remetemos as questões sobre Arquiteturas Pedagógicas é importante ressaltarmos o nosso papel de educadores, pois somos imprescindíveis para que esse processo ocorra. Somos os norteadores dele. As arquiteturas pedagógicas funcionam como mapas, mostram diferentes direções para se realizar algo, entretanto, cabe ao sujeito escolher e determinar os caminhos a percorrer.
As arquiteturas pedagógicas vêm para modificarmos nossa visão de sala de aula, frente às tecnologias que já fazem parte do aluno, mas não fazem parte na vida estudantil desse aluno, na escola.
Penso que se não há interação entre os sujeitos não ocorre aprendizagem. Precisamos nos apropriar cada vez mais das tecnologias porque ela é nossa aliada na aprendizagem.

Refletindo sobre as aprendizagens durante o período de Recuperação


Neste semestre discutimos sobre o uso do Pa como proposta pedagógica que oportuniza autonomia e desenvolvimento das potencialidades de todos os envolvidos no processo de aprendizagem. Relacionando com o texto “Revisitando os projetos de aprendizagens em tempo de web", observei a importância do uso das tecnologias para melhorar nossa prática, resignificando o ensino, não só para os nossos alunos, mas também para nós professores.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Modelos de letramento


Existem dois modelos de letramento um autônomo e outro ideológico.
No modelo autônomo, as práticas do uso da escrita na escola seguem uma concepção que leva em conta a competência individual que é utilizada apenas como forma de promover e aprovar os alunos, deixando de lado a função social da mesma. Nesse modelo a escrita é um mero produto pronto, sem estar arraigada ao contexto, representando uma ordem diferente de comunicação, distinta da fala.
O modelo ideológico, estabelece que as práticas letradas são determinadas pelo contexto social e nas instituições em que foram criadas, levando em consideração a pluralidade e a diferença, procurando identificar as características entre práticas orais e práticas letradas.

Refletindo sobre letramento


Na opinião de alguns autores, a oralidade e a escrita não são extremas, nem toda escrita é formal e planejada, nem toda oralidade é informal e sem planejamento.
Precisamos pensar o processo de aquisição da escrita como um processo contínuo do desenvolvimento lingüístico da criança, substituindo a quebra que ocorre no cotidiano da prática escolar.
As práticas letradas realizadas pela família ou em instituições como a igreja, são práticas essenciais onde o conhecimento sobre a escrita é construído coletivamente pela colaboração dos indivíduos de um determinado grupo. Por esta razão faz mais sentido valorizar o ensino da escrita na escola priorizando o que há de comum e de semelhante entre oralidade e a escrita; ampliando assim sua função social.